Sexta-feira, 15 de Outubro de 2004

Três paragrafos apenas

Hoje, sexta-feira 15 de Outubro, tive o prazer de, ao abrir o Público, dar com a volta de João Benard da Costa numa das suas crónicas sob o lema de A Casa Encantada. A crónica versa sobre uma das suas paixões: a serra da Arrábida. Como sempre val a pena ler estas crónicas de J.B.C. e fica a ideia de ir um dia comer uns salmonetes acabados de sair do mar no Portinho, anes ou depois de um passeio pela serra.


 


Folheando um livro de mestre Augusto Gil, deparei-me com uma pequena biografia, feita pelo próprio, e que vem a talho de foice aos tepos actuais. Deixo-vos o final:


"Que devo acrescentar? Fiz asneiras abundantes e a maioria delas em verso rimado. Versejar, na época decorrente, é ridículo, é vexatório, é indecência fóssil. Todavia, há pechas mais degradantes: ser pederasta, ou rufião - ou ministro... Perdoem-me o emprego desta palavra obscena."


 


A menos de 48 horas de começar a maratona de Porto o nervoso miudinho já começou a atacar. Nada de demais, já estou habituado, afinal de contas faz agora, neste Outono, 20 anos que fiz a minha primeira maratona, aquela que foi a primeira maratona de Lisboa, organizada em 1984 para comemorar a vitória de Carlos Lopes na maratona olimpica. Agora, na primeira maratona do Porto, lá estarei, às 9 da manhã, quando soar o tiro de partida. Espero que o público apareça. Nada de mais desmotivante para um corredor que andar, como já me aconteceu em Lisboa, quilómetros e quilómetros sem ver vivalma. Até Segunda, com crónica prometida.

publicado por maratonista às 10:15
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De Anónimo a 17 de Outubro de 2004 às 03:20
boa corrida :)carla de elsinore
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(mailto:travessia@hotmail.com)
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